A Geometria dos Afetos: Acesso aos Capítulos
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Tema e Autores de Referência
A Geometria dos Afetos e a Matemática na Inteligência Emocional
- Friedrich Nietzsche
- Isaac Newton
- Platão
- Jean-Paul Sartre
- Baruch Espinosa
- Ágnes Heller
- Pierre Bourdieu
- Clóvis de Barros Filho
- Arthur Schopenhauer
- Moliére
- Viviane Mosé
- Immanuel Kant
- Émile Durkheim
- Victor Hugo
- Antífon de Ramnunte
- Robert Plutchik
- Pitágoras
- Henry Ford
- Frederick Taylor
- Ludwig Wittgenstein
- Lisa Feldman Barrett
- Byung-Chul Han
- Michel de Montaigne
- Yuval Harari
- Michel Maffesoli
- Pedro Calabrez
- Daniel Goleman
- Peter Salovey
- John Mayer
- Gustave Flaubert
- Dostoiévski
- Stendhal (Henri Beyle)
- Erving Goffman
INDICADOR DE CAPÍTULOS
- Capítulo 1: O Corpo que Pensa — Uma Perspectiva Spinozista
- Capítulo 2: Antífon e o Hospital das Almas
- Capítulo 3: Livre arbítrio: A Perspectiva Bioquímica da Inteligência Emocional
- Capítulo 4: Decomposição Vetorial: Uma Introdução
- Capítulo 5: Estereótipo e Preconceitos: Uma Análise Histórica e Social para a Inteligência Emocional
- Capítulo 6: 🔓 Liberdade Relativa e a Superação do Preconceito: O Indivíduo Ético de Agnes Heller
- Capítulo 7: A Comédia Humana de Molière: Ética, Hipocrisia e a Sociedade em Xeque
- Capítulo 8: Medindo a Emoção: A Engenharia do Afeto aplicada à Honestidade Emocional
- Capítulo 9: O Misantropo – A Verdade Inconveniente, a Hipocrisia Social e o Desafio da Autenticidade
- Capítulo 10: Hanz o cavalo esperto: A Inteligência Emocional como Comportamento Universalmente Aceito
- Capítulo 11: A Consciência do Outro e o Buraco da Fechadura: Inteligência Emocional na Teia Social
- Capítulo 12: O Vocabulário: Significado ou Autoridade?
- Capítulo 13: As Cinco Dimensões da Inteligência Emocional
- Capítulo 14: Pensamento crítico e Filtro de Falácias
- Capítulo 15: O Vermelho e o Negro: As Fronteiras da Consciência, a Ambição Desmedida e o Caráter Humano em Xeque
- Capítulo 16: Autoconhecimento: O Rigor da Autoanálise Contra o Recalque
- Capítulo 17: A Inteligência Emocional em Madame Bovary: O Drama do Desalinhamento
- Capítulo 18: Os Miseráveis – A Jornada da Dignidade: Inteligência Emocional e a Compreensão do Mal em Os Miseráveis
- Capítulo 19: Maquiavel: O Príncipe na Gestão da Emoção – Lucidez e Estratégia no Mercado de Trabalho
- Capítulo 20: O Burnout como Afeto e o Imperativo do Vocabulário
- Capítulo 21: O Dualismo da Consciência: Navegando entre o ‘Eu da Experiência’ e o ‘Eu da Narrativa’ com Inteligência Emocional
- Capítulo 22: A Falácia da Felicidade: Do Algoritmo Biológico à Verdadeira Inteligência Emocional
- Capítulo 23: A Linguagem dos Afetos – Viviane Mosé e Pierre Bourdieu – Emoções e Verdades Impuras
- Capítulo 24: A Explosão da Panela de Pressão Social: Da Rigidez Histórica à Crise da Expectativa
- Capítulo 25: A Saúde na Filosofia: Uma Jornada Através dos Tempos e a Relevância da Inteligência Emocional
- Capítulo 26: O Ciclo PDCA da Potência: A Engenharia do Autoconhecimento Ininterrupto
- Capítulo 27: O Poder da Linguagem na Dança das Emoções: Navegando Afetos para a Saúde Integral
- Capítulo 28: A Geometria dos Afetos e a Bússola do Engrandecimento Coletivo
- Capítulo 29: Inteligência Emocional e a Busca por Autenticidade: Um Olhar pelo Salmo 139 e a Filosofia Kantiana
- Capítulo 30: Kant, Nietzsche e Inteligência Emocional
- Capítulo 31: O Qubit Emocional – Navegando entre o Determinismo e a Superposição
- Capítulo 32: A Alavancagem dos Afetos: A Matemática Brutal da Dívida Emocional
- Capítulo 33: A Bioquímica da Entrega: Fé, Transcendência e a Fisiologia da Cura
- Capítulo 34: Germinal: A Sinfonia da Indignidade, a Forja da Consciência e o Confronto das Ideologias
- Capítulo 35: A Inteligência Emocional no Silêncio e na Visão Sistêmica
- Capítulo 36: A Tangente do Agora – Interrompendo a Espiral da Ansiedade
A “Geometria dos Afetos” não é estática. Você discorda da decomposição vetorial apresentada? Tem um exemplo cultural diferente? Submeta sua versão. Nossa IA analisará sua contribuição baseada nos princípios Kantianos e Socráticos. Se aprovada, este texto será reescrito automaticamente e a versão atual será arquivada.
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Capítulo 1: O Vetor P₀
A Anatomia Vetorial de um Sentimento
1.1 O Ponto de Origem
Muitas vezes, tratamos o que sentimos como uma névoa indissociável. Dizemos “estou triste” ou “estou com raiva” como se fossem estados sólidos e maciços. A Geometria dos Afetos propõe que cada emoção é, na verdade, um vetor — uma entidade matemática que possui magnitude (intensidade), direção (para onde ela te empurra) e sentido (positivo ou negativo).
Para entender qualquer afeto complexo, precisamos aplicar a Decomposição Vetorial. Não podemos lidar com o “Amor” ou o “Ódio” inteiros. Precisamos quebrá-los em seus componentes ortogonais.
1.2 A Decomposição na Prática: A Equação da Raiva
Imagine que você sente Raiva (R). Tentar “não sentir raiva” é como tentar parar um trem com as mãos. Em vez disso, vamos decompor o vetor R em seus eixos constituintes. Eis a fórmula fundamental do livro:
A magnitude da discrepância entre o que você queria que acontecesse e o que realmente aconteceu. É puramente cognitivo.
A intensidade com a qual você sente que uma regra moral, ética ou pessoal sua foi invadida. É o senso de justiça.
O coeficiente biológico. O nível de cortisol, fome, sono ou dor presente no corpo no momento do evento.
1.3 A Engenharia Reversa do Afeto
Ao olhar para a fórmula acima, o “livro vivo” te convida a não mais “gerir a raiva”, mas a atuar nas variáveis. Se o problema é no Eixo Z (fisiológico), nenhuma filosofia ajudará; você precisa dormir ou comer. Se é no Eixo X (expectativa), você precisa ajustar sua previsão de futuro.
A “Raiva” deixa de ser um monstro e torna-se uma equação solucionável.
Este conceito é a pedra fundamental. Nas próximas atualizações (v1.1), inseriremos aqui estudos de caso submetidos pelos leitores sobre como a decomposição vetorial foi usada para tratar ciúmes (insegurança + comparação).
Este capítulo é um Organismo Vivo
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A GEOMETRIA DOS AFETOS
Introdução: O Manifesto do Livro Vivo
“Diferente de uma obra estática, este livro é um organismo vetorial. Cada conceito aqui apresentado não é um fim, mas um ponto de partida ($P_0$) que pode ser expandido em direções infinitas. O leitor não é um consumidor passivo, mas um co-autor vetorial capaz de alterar a trajetória desta obra.”