Livro – A Geometria dos Afetos e a Matemática na Inteligência Emocional

Geometria dos Afetos – Índice de Capítulos

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A Geometria dos Afetos e a Matemática na Inteligência Emocional

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SISTEMA LUMORA v1.0 Este capítulo é um Organismo Vivo

A “Geometria dos Afetos” não é estática. Você discorda da decomposição vetorial apresentada? Tem um exemplo cultural diferente? Submeta sua versão. Nossa IA analisará sua contribuição baseada nos princípios Kantianos e Socráticos. Se aprovada, este texto será reescrito automaticamente e a versão atual será arquivada.

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Capítulo 1: O Vetor P₀

A Anatomia Vetorial de um Sentimento

1.1 O Ponto de Origem

Muitas vezes, tratamos o que sentimos como uma névoa indissociável. Dizemos “estou triste” ou “estou com raiva” como se fossem estados sólidos e maciços. A Geometria dos Afetos propõe que cada emoção é, na verdade, um vetor — uma entidade matemática que possui magnitude (intensidade), direção (para onde ela te empurra) e sentido (positivo ou negativo).

Para entender qualquer afeto complexo, precisamos aplicar a Decomposição Vetorial. Não podemos lidar com o “Amor” ou o “Ódio” inteiros. Precisamos quebrá-los em seus componentes ortogonais.

1.2 A Decomposição na Prática: A Equação da Raiva

Imagine que você sente Raiva (R). Tentar “não sentir raiva” é como tentar parar um trem com as mãos. Em vez disso, vamos decompor o vetor R em seus eixos constituintes. Eis a fórmula fundamental do livro:

Vector R = x(i) + y(j) + z(k)
Eixo X (Expectativa Frustrada):
A magnitude da discrepância entre o que você queria que acontecesse e o que realmente aconteceu. É puramente cognitivo.
Eixo Y (Violação de Limite):
A intensidade com a qual você sente que uma regra moral, ética ou pessoal sua foi invadida. É o senso de justiça.
Eixo Z (Estado Fisiológico):
O coeficiente biológico. O nível de cortisol, fome, sono ou dor presente no corpo no momento do evento.

1.3 A Engenharia Reversa do Afeto

Ao olhar para a fórmula acima, o “livro vivo” te convida a não mais “gerir a raiva”, mas a atuar nas variáveis. Se o problema é no Eixo Z (fisiológico), nenhuma filosofia ajudará; você precisa dormir ou comer. Se é no Eixo X (expectativa), você precisa ajustar sua previsão de futuro.

A “Raiva” deixa de ser um monstro e torna-se uma equação solucionável.

[NOTA DE RODAPÉ DINÂMICA – v1.0]
Este conceito é a pedra fundamental. Nas próximas atualizações (v1.1), inseriremos aqui estudos de caso submetidos pelos leitores sobre como a decomposição vetorial foi usada para tratar ciúmes (insegurança + comparação).

Este capítulo é um Organismo Vivo

A “Geometria dos Afetos” não é estática. Você discorda da decomposição vetorial apresentada? Tem um exemplo cultural diferente? O Sistema Lumora convida você a editar esta obra.

Para garantir a integridade da obra, nossa IA analisará sua sugestão baseada em ética Kantiana e lógica Socrática antes de publicar.

A GEOMETRIA DOS AFETOS

Tratado sobre a Matemática Emocional
VERSÃO 1.0 (GENESIS) • STATUS: ORGANISMO VIVO

Introdução: O Manifesto do Livro Vivo

“Diferente de uma obra estática, este livro é um organismo vetorial. Cada conceito aqui apresentado não é um fim, mas um ponto de partida ($P_0$) que pode ser expandido em direções infinitas. O leitor não é um consumidor passivo, mas um co-autor vetorial capaz de alterar a trajetória desta obra.”

Sumário Dinâmico

PARTE I: A FÍSICA DA EMOÇÃO
CAPÍTULO 1: O Vetor P₀ — A Anatomia de um Sentimento Disponível Apresentação da teoria da Decomposição Vetorial dos Afetos (Eixos x, y, z).
CAPÍTULO 2: Forças Resultantes Em Breve O que acontece quando afetos colidem (Inércia e Atrito).
PARTE II: CÁLCULO APLICADO
CAPÍTULO 4: A Derivada da Ansiedade Em Construção